domingo, 22 de janeiro de 2017

Entrevista de Juliana Torquato ao Migramundo

Campanha busca financiamento para documentário e projeto sobre refugiados sírios. 

Site para doações ao projeto: CATARSE

Poster Salam, Síria



Film producers seek support for work on refugees

Interview with director, Juliana Torquato


Sociologist, Juliana Torquato, author and director of the documentary Salm, Syria.



Entrevista diretora documentário Salam, Síria, Juliana Torquato, a ANBA

Entrevista diretora documentário Salam, Síria, Juliana Torquato a ANBA



Campanha na internet quer arrecadar dinheiro para contar história de famílias sírias no Brasil, Alemanha e Jordânia. A ideia é que 'Salam, Síria' esteja pronto até o fim do ano.




sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Dica de cinema: O Clã

Quer assistir um filme pra refletir um pouco sobre sociedade e politica? Novo filme do Pablo Trapero hoje nos cinemas! Baita obra e baseada em fatos reais. O clã conta a história dos Puccio, uma família de classe média de Buenos Aires que se tornou famosa por sequestrar e assassinar pessoas ricas na década de 1980. 

O clã está no topo da lista do filme mais visto da história do cinema argentino!



Ficha técnica

Diretor: Pablo Trapero
Tempo: 1h:50m
Elenco: Guillermo Francella, Juan Pedro Lanzani, Franco Masini e Lili Popovich.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Dica de Filme: A filha distante

Sou fã do cinema argentino. Carlos Sorín é um grande diretor e em A Filha Distante, o cineasta consegue tocar o espectador de uma forma muito interessante.

O filme se passa na gélida Patagônia (Argentina) e conta a história de um homem de meia idade que ao se ver envelhecendo, deseja ter o afeto e a presença da filha novamente. Para isso. Marco, vai pra Patagônia pra procurar Ana. O único empecilho nisso é que ele não tem ideia de onde ela vive. A partir daí, é mistério!


O filme é muito bonito, pois mostra a mudança de vida que pode ocorrer em um ser humano - é quase que uma busca por rendição, após tantos deslizes (no caso do protagonista ele é um alcolatra).


FICHA TÉCNICA

Direção: Carlos Sorin
Roteiro: Carlos Sorin
Elenco: Alejandro Awada e Victoria Almeida
Ano: 2012
País: Argentina
Gênero: Drama
Duração: 8 min

sábado, 11 de outubro de 2014

A literatura árabe e seus escritores famosos

Poesia, prosa, novelas, romances são lidos por milhões de pessoas em todos os cantos do planeta. Uma das mais antigas e mais lidas é a literatura árabe, chamada de adab (palavra que pode ser traduzida como "convidar alguém para uma refeição" e tem como sentido polidez, cultura e enriquecimento). A literatura árabe tem seu surgimento no século VI, apenas com fragmentos do idioma escrito aparecendo até então. Foi Al Corão, o último livro sagrado enviado por Deus aos Homens, no século VII, que teve um efeito mais duradouro na cultura árabe e na sua literatura como um todo. 

Jabra Ibrahim Jabra

A literatura árabe floresceu durante a Era de Ouro do Islamismo com escritos de ciência, medicina, matemática, cultura, poesias, poemas e continua até os dias de hoje. Muitos escritores fizeram sucesso no mundo com suas obras, como é o caso de Naguib Mahfuz, o primeiro árabe a ganhar o Nobel de Literatura. A literatura árabe é muito mais do que sua obra mais conhecida, "As mil e uma noites". Abaixo estão os 10 melhores livros já escritos em língua árabe conforme a Arab Writers Union.


Naguib Mahfouz

1 - A trilogia do Cairo - do egipcio ganhador do Nobel de Literatura em 1988,Naguib Mahfouz. 

2 - In Search of Walid Masoud - do palestino Jabra Ibrahim Jabra. 

3 - Honor - do egipcio Sonallah Ibrahim. 

4 - War in the Egyptian Homeland - do egipcio Yousef Al-Qaeed.

5 - Men in the Sun - do palestino Ghassan Kanafani.

6 - The Secret Life of Saeed the Pessoptimist - do palestino Emile Habibi.

7 - The Desolate Time - do sírio Haidar Haidar.

8 - Rama and the Dragon - do egipcio Edward al Kharrat.

9 - Tattoo - do iraquiano Abdul Rahman Majeed al-Rubaie

10 - Beirut Nightmares - do sírio Ghada Samman

domingo, 28 de setembro de 2014

Dabkeh - dança típica do Oriente Médio

Conforme a história, a dança se originou de um episódio onde um grupo de pessoas estavam trabalhando juntas para a construção de casas após a época de chuva no Líbano, séculos atrás. Nestas construções os telhados eram feitos de madeira, palha e terra. A terra precisava ser compactada o que exigia pisar sobre ela. Com o ritmo do pisotear surgiu uma das danças tradicionais mais antigas(na tradução Dabkeh seria "bater os pés"). 





Popular no Líbano, Síria, Palestina, Jordânia e Turquia, o Dabkeh é dançado por grupos de homens, mulheres ou mistos. Os ritmos dançados mais comuns são: Dalaouna, Ataba, Abouzelouf e Mijana. Uma atenção peculiar no Dabkeh é o traje usado pelos homens - quase igual a roupa usada pelos gaúchos - calça larga, botas e lenço no pescoço - o que comprova a invenção da imagem do homem gaúcho perante seu folclore.