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domingo, 22 de janeiro de 2017

Crowdfunding: Documentário quer mostrar cotidiano de refugiados sírios





Equipe com 4 mulheres produz documentário sobre os refugiados sírios



Entrevista de Juliana Torquato ao Migramundo

Campanha busca financiamento para documentário e projeto sobre refugiados sírios. 

Site para doações ao projeto: CATARSE

Poster Salam, Síria



Film producers seek support for work on refugees

Interview with director, Juliana Torquato


Sociologist, Juliana Torquato, author and director of the documentary Salm, Syria.



Entrevista diretora documentário Salam, Síria, Juliana Torquato, a ANBA

Entrevista diretora documentário Salam, Síria, Juliana Torquato a ANBA



Campanha na internet quer arrecadar dinheiro para contar história de famílias sírias no Brasil, Alemanha e Jordânia. A ideia é que 'Salam, Síria' esteja pronto até o fim do ano.




sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Dica de cinema: O Clã

Quer assistir um filme pra refletir um pouco sobre sociedade e politica? Novo filme do Pablo Trapero hoje nos cinemas! Baita obra e baseada em fatos reais. O clã conta a história dos Puccio, uma família de classe média de Buenos Aires que se tornou famosa por sequestrar e assassinar pessoas ricas na década de 1980. 

O clã está no topo da lista do filme mais visto da história do cinema argentino!



Ficha técnica

Diretor: Pablo Trapero
Tempo: 1h:50m
Elenco: Guillermo Francella, Juan Pedro Lanzani, Franco Masini e Lili Popovich.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Dica de Filme: A filha distante

Sou fã do cinema argentino. Carlos Sorín é um grande diretor e em A Filha Distante, o cineasta consegue tocar o espectador de uma forma muito interessante.

O filme se passa na gélida Patagônia (Argentina) e conta a história de um homem de meia idade que ao se ver envelhecendo, deseja ter o afeto e a presença da filha novamente. Para isso. Marco, vai pra Patagônia pra procurar Ana. O único empecilho nisso é que ele não tem ideia de onde ela vive. A partir daí, é mistério!


O filme é muito bonito, pois mostra a mudança de vida que pode ocorrer em um ser humano - é quase que uma busca por rendição, após tantos deslizes (no caso do protagonista ele é um alcolatra).


FICHA TÉCNICA

Direção: Carlos Sorin
Roteiro: Carlos Sorin
Elenco: Alejandro Awada e Victoria Almeida
Ano: 2012
País: Argentina
Gênero: Drama
Duração: 8 min

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Dica de Cinema: O aniversário de Layla

Quem pensa que a Palestina vive somente de opressão e sofrimento está enganado. Lá também se faz cinema, com muito sacrifício, mas se faz.
O aniversário de Layla, é uma produção de 2008 que tem como enredo um dia na vida de Abu Layla, um juiz que se vê sendo taxista após voltar para o país e que tem por missão: voltar para casa para comemorar o aniversário da filha, Layla. Durante a trama ocorre tudo que é possível com o personagem do ator Arren Omari, em ótima atuação.
O diretor da obra é o palestino, Rashid Masharawi  que nasceu em um campo de refugiados em Gaza.  Rashid conta com a primazia dos filmes do Oriente o cotidiano da região. A questão política fica evidente em inúmeras passagens, dos homens com fuzis na rua ou na cena em que Abu encontra-se em um posto de gasolina já esgotado pelo dia incomum que viveu.
Uma ótima dica para quem gosta de histórias bem contadas e aparentemente comuns.
Ficha técnica:
Direção: Rashid Masharawi
Elenco: Areen Omari, Mohammed Bakri
Ano: 2008
País: Palestina

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Dica de Cinema: Frozen - uma aventura congelante

Dirigido por Jennifer Lee, "Frozen - uma aventura congelante” é um filme que encanta todos, não somente pela história (inspirada em “A Rainha da Neve”, de Hans Christian Andersen, obra do Século XIX), mas pelas belas canções, pelo impacto visual e pelos personagens com extremo carisma.

“Frozen”, conta a história das irmãs Elsa e Anna. Elsa, por ser a primogênita é a futura rainha de Arendelle e esconde um segredo de todos: a partir de suas mãos ela cria gelo e neve (algo que só acontece quando a jovem não consegue controlar seus sentimentos).


Após um acidente com Anna, Elsa resolve viver isolada em seu quarto até o dia de sua coroação como rainha. Então ocorre o que ela temia: mostrar “seu dom” à população de Arendelle. A jovem rainha, então, acaba por congelar seu reino.  

Inicia-se a jornada de Anna em busca da irmã que está enclausurada em um castelo de gelo no topo de uma montanha.

Em épocas de verões escaldantes no Hemisfério sul e um inverno congelante no Norte, “Frozen” chega para encantar o público.  A obra já é a segunda maior bilheteria dos estúdios Disney na história ( primeiro lugar é do maravilhoso “O rei leão”).

domingo, 18 de agosto de 2013

Dica de cinema: Zarafa

Para quem ama filmes de animação e conhece apenas produções feitas nos EUA, Zarafa é um ótimo início para quem quer adentrar ao mundo animado fora do circuito Hollywoodiano. O filme é realizado pelos franceses Rémi Bezançon e Jean-Christophe Lieé e é baseado na história real da primeira girafa enviada a França de presente ao rei francês Charles X pelo paxá egipcio Muhammad Ali. A história é contada por um ancião de uma tribo sudanesa às crianças sobre a amizade e as aventuras de Maki, um menino negro que consegue fugir de um mercador de escravos, Hassan, um nômade árabe e Zarafa (uma girafa).

O filme é belo do início ao fim. Não somente pela história, mas pelos traços desenhados de paisagens e personagens. É uma obra que se deve ter obrigação de assistir pela beleza de sua história e por mostrar o valor da vida, da amizade e da palavra. Personagens como o rei Charles X e Saint Hilaire aparecem de uma forma um tanto quanto debochadas...Mas dá-se crédito ao tom irônico em que o diretor retrata a nobreza francesa de época. Além disso, a linguagem utilizada pelos diretores para retratar a história é única.


Zarafa causou certa polêmica em seu lançamento na França, pois historiados acusaram o diretor de distorcer fatos que trouxeram Zarafa para o país. Por causa disto, o Museu de História Natural Francês criou uma exposição temporária chamada "A Verdadeira História de Zarafa", para expor sua versão da história.

Algo para se prestar a atenção nesta obra é a sutileza de como os fatos vão sendo mostrados ao espectador e o encantamento que nos deparamos ao seu fim. Chorar no término de Zarafa não é bobagem, pois a filme acaba por nos tocar de uma forma ímpar. É um filme para se assistir com toda a familia!!!


Ficha técnica

Filme: Zarafa
Ano: 2012
Direção: Rémi Bezançon e Jean-Christophe Lieé

quarta-feira, 3 de julho de 2013

O sonho de Wadjda

O primeiro filme dirigido por uma mulher na Arábia Saudita é singelo e belo. A história se passa no subúrbio de Riad onde vive Wadjda, uma menina de 12 anos que usa tênis, ouve rock´n´roll e tem um sonho: comprar uma bicicleta para disputar uma corrida com seu amigo.

Aparentemente, o filme parece querer mostrar todo o lado opressor de uma sociedade machista e conservadora. Todavia, ao decorrer dos minutos, o espectador acaba por se envolver com os personagens. A realidade mostrada em O sonho de Wadjda existe e é comum na sociedade saudita. Lá as mulheres não podem dirigir sozinhas e nem andar de bicicleta. 


O filme mostra o "dentro" e o "fora" da vida domiciliar. Dentro de suas casas, mulheres cantam, usam decote, maquiagem e talvez, até joguem Playstation com seus maridos. Na rua, andam cobertas dos pés a cabeça como dita a regra política-religiosa do país.  Já Wadjda transgride todas as regras. É subversiva! A personagem é encantadora. Esperta, inteligente e de boa lábia, a menina acaba por conseguir o que deseja, mesmo não sendo da forma que pensou...
Nos é exposto também a questão da poligamia. A avó da menina está em busca de uma outra esposa para seu pai, já que a mãe da Wadjda não pode lhe dar um filho ( algo mostrado como importante no âmbito familiar). Ao mesmo tempo, nos é sugerido que a diretora da escola onde Wadjda estuda tem um caso com um homem. 


O sonho de Wadjda é mais um filme da boa safra que nos chega de tão distante.  Seus ingredientes nos fazem refletir até mesmo sobre a nossa sociedade tão liberal, mas mesmo assim tão opressora. Na verdade, a película pode nos fazer refletir sobre o que realmente é felicidade. Se para uma menina saudita a felicidade está em ter uma bicicleta, nossa felicidade não está também atrelada a pequenas coisas? 

De maneira simples, bela e contagiante, a diretora Haifaa Al-Mansour acaba por quebrar tabus falando de seu cotidiano de forma universal como costumes, religião, mulheres e relacionamento. O sonho de Wadjda é aquele tipo de filme que se sai do cinema querendo contar a história a todos! 


Ficha técnica:

Filme: O sonho de Wadjda - 2012
Direção: Haifaa Al Mansour
Elenco:  Waad Mohammed, Reem Abdullah, Abdullrahman Al Gohani mais
Gênero: Drama
Nacionalidade: Arábia Saudita , Alemanha


segunda-feira, 20 de maio de 2013

Bollywood: 100 anos de cinema!

A maior indústria de cinema do planeta está comemorando seu centário em 2013: Bollywood! A Índia, atualmente, produz uma média de mil filmes por ano, em comparação com os 600 de Hollywood (EUA). Conhecido por fazer filmes que misturam cultura indiana, romance e música, Bollywood, e outras produções regionais têm enfrentado dificuldades para emplacar no mercado global, já que o cinema indiano tende ser encarado como longos números de música e dança (muitos fimes passam de 3 horas de duração...). O cinema indiano possui vários gêneros e estilos, mas o principal estilo usado é chamado masala (que remete ao tempero tipico do país que mistura inúmeras especiarias). Os filmes chamados "masala" são uma mistura de drama, romance, comédia, música e violência. 


Para quem não viu algum filme produzido pela índia, é interessante se aventurar. As produções costumam ser muito coloridas, algo muito bonito de se ver. Algumas histórias lembram as historietas mexicanas vistas nas novelas. Muitas vezes divertidos e quase beirando o esdruxulo ( para nós que não estamos acostumados), vale dar uma conferida no YouTube.  Filmes como "Você, eu e nós" de 2008 e "Meu Nome É Khan" de 2010 foram grandes sucessos de bilheteria, mas nada se compara ao filme “Dilwale Dulhania Le Jayenge”, produzido em 1995 e entrou para o livro dos recordes por ter permanecido em cartaz por mais de 15 anos. Infelizmente, é raro no Brasil conseguirmos assistir a filmes indianos, salvo por alguma Mostra. 


Este ano o Festival de Cannes, a Índia é o "país convidado" e pretende divulgar um cinema diferente. "Se você usa o termo Bollywood, ele realmente representa o tipo de filme de música e dança", afirmou o diretor Amit Kumar, que apresenta o seu "Monsoon Shootout", um suspense policial, em Cannes. "Precisamos mostrar o cinema indiano como algo mais internacional, e eu espero que nossa presença em Cannes faça o mundo se dar conta que o nosso cinema é mais do que apenas Bollywood." O filme de Kumar é um dos quatro indianos que serão apresentados em Cannes. Não há filmes indianos concorrendo nas principais categorias do festival. Para a segunda maior população da Terra, investir em cinema local é muito bom para a economia do país. E para os outros países é um campo de demanda de extrema importância.

Vale a pena pesquisar no YouTube e ver a criatividade do cinema indiano. Nada a ver com "Quem quer ser um milionário". Pode até parecer algo estranho, mas toda a cultura é estranha vista pela primeira vez. E vida longa ao cinema indiano e mundial!

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Ganhadores do Oscar 2013

Inicio esta postagem fazendo uma crítica a Rede Globo de Comunicação por dar prioridade ao horrendo BBB, que passa todos os dias, ao invés de exibir a Cerimônia do Oscar 2013 desde o início. Todavia, esta foi, para mim, a cerimônia mais chata dos últimos anos...Fazer Catherine Zeta-Jones e Jennifer Hudson cantarem no palco, foi desnecessário.
 
Por outro lado, o resultado da premiação me agradou. E não teve nenhuma surpresa tão grande (tirando o Oscar de Atriz para Jennifer Lawrence). Christoph Waltz e Daniel Day-Lewis não deveriam mais concorrer a prêmios de tão maravilhosos que são interpretando. "Amor" do Haneke (eu devo ser a única pessoa que não gostou no filme no mundo) era o favortio e levou. Adele foi o ponto mais bonito e agradável da festa. Com sua voz única consagrou-se agora no cinema com a canção "Skyfall", de "007: Operação Skyfall". Animação ganhou "Valente". Falando em animação, fazia algum tempo que a categoria não vinha com candidatos tão fracos. E ao meu ver, "Piratas Pirados" era mais interessante que a ruivinha...
 
 
Outro ponto a destacar foi a não premiação do nacionalista e "anti-terrorista", "A Hora Mais Escura", nas categorias mais visadas. Aleluia!

Méritos a Affleck por "Argo", Ang Lee por "As aventuras de Pi" e ao mestre Tarantino por "Django Livre". De resto, o Oscar deste ano foi sem sal, com direito a tombo, Mark Wahlberg para estragar minha noite e corte de microfone por ultrapassar o tempo nos agradecimentos da equipe de "Pi" por efeitos especiais...

Lista dos premiados:
Melhor filme: Argo, de Ben Affleck
Direção: Ang Lee (As Aventuras de Pi)
Ator: Daniel Day-Lewis (Lincoln)
Atriz: Jennifer Lawrence (O Lado Bom da Vida)
Ator coadjuvante: Christoph Waltz (Django Livre)
Atriz coadjuvante: Anne Hathaway (Os Miseráveis)
Roteiro original: Django Livre
Roteiro adaptado: Argo
Animação: Valente
Filme estrangeiro: Amor (Áustria)
Fotografia: As Aventuras de Pi
Montagem: Argo
Direção de arte: Lincoln
Figurino: Anna Karenina
Maquiagem: Os Miseráveis
Trilha sonora: As Aventuras de Pi
Música: Skyfall, de Adelle (007: Operação Skyfall)
Som: A Hora Mais Escura e 007: Operação Skyfall
Efeitos sonoros: Os Miseráveis
Efeitos visuais: As Aventuras de Pi
Documentário: Searching for Sugar Man
Curta-metragem: Curfew
Curta documental: Inocente
Curta animado: Paperman

 
Ano que vem tem mais!
 

sábado, 8 de dezembro de 2012

Dica de Cinema: Argo

Argo é um filme muito bem feito. E mais uma vez Ben Aflleck parece ser melhor atrás das câmeras do que na frente delas. O filme se passa no Irã dos anos 70 (1979) na transformação social e cultural que o país, berço da civilização persa, passa com a chegada ao poder do aiatolá Khomeini.  Aflleck parece retratar com muita fidedignidade o episódio que é contado na película: A capital iraniana é tomada por protestos da população, já que o antigo xá ganhou asilo político pelo governo estadunidense, que havia apoiado seu governo de opressão, o que faz com que milhares de pessoas protestem nas ruas da capital do país. Um dos protestos ocorre em frente à Embaixada dos EUA que é invadida. Um grupo de diplomatas foge e se refugia na casa do embaixador do Canadá no Teerã. Lá eles vivem durante meses, sob sigilo absoluto, enquanto a CIA busca um meio de retirá-los do país em segurança. Todavia, o órgão de inteligência dos EUA não consegue ter êxito em nenhuma idéia para resgatá-los.

Então, surge a figura de Tony Mendez (Ben Affleck) que propõe uma ideia que em primeiro plano parece maluca e perigosa, mas acaba sendo a única forma que poderia dar certo: rodar um filme no Irã. A ideia é criar um filme falso, de ficção científica chamado “Argo”, e as paisagens desérticas do Irã seriam utilizadas como locação. O projeto segue adiante com a ajuda do produtor Lester Siegel (Alan Arkin) e do maquiador John Chambers (John Goodman), que conhecem bem como funciona Hollywood e poderiam dar toda a ajuda possível no plano.


Argo conta uma história que existiu e que veio a tona há pouco tempo atrás. Bem Aflleck conta de forma muito surpreendente o fato. Utiliza atores que caracterizados, parecem e muito com os personagens reais. O mais interessante do filme é a própria história. Pessoas comuns que tiveram que atuar para se libertarem e até mesmo, os mais céticos à idéia de Mendez acabam por impressionar no final. De resto, o público torce para que tudo de certo nesta história que mais parece história de filme e não um real acontecimento. Até porque, é Hollywood...E lá, o real pode ser fictício e o fictício pode ser real.


Ficha Técnica:
Filme: Argo
Ano: 2012
Direção: Ben Affeck
Elenco:
Bem Affleck..........Tomy Mendes
Bryan Cranston:....Jack O’Donnell
John Goodman:…….John Chambers
Alan Arkin:………….Lester Siegel
Victor Garber:……..Ken Taylor
Produção: Ben Aflleck, George Clooney e Grant Heslov

sábado, 24 de novembro de 2012

As canções ganhadoras do Oscar até 1950

Esta é uma das melhores categorias desta premiação. O primeiro Oscar na categoria de Melhor Canção Original foi entregue em 1935, na 7ª Edição do Oscar em que premiava os Melhores de 1934. No começo, só três filmes concorreram, mas anos após, chegou a ter 10 indicados. Segue abaixo, a lista com os vencedores até 1950.

1934 – 7th Academy AwardsVencedor: The Continental – The Gay Divorcee
Música de Con Conrad e letras de Herb Magidson


Indicados: Carioca - Flying Down to Rio
Love in Bloom - She Loves Me Not

1935 – 8th Academy AwardsVencedor: Lullaby of Broadway - Gold Diggers of 1935
Música de Harry Warren e letras de Al Dubin

Curiosidades:*Em 1939(12º AcAw) Quem venceu foi a música Over the Rainbow do filme O Mágico de Oz, vamos dizer que foi a primeira música que até hoje é conhecida a concorrer ao prêmio
*Em 1940(13º AcAw) Foi a vez do filme da Disney, Pinóquio, levar o prêmio de melhor canção com a música (cantada pelo Grilo Falante) When You Wish upon a Star
*Em 1941(14º AcAw) A Disney concorreu novamente com a música Baby Mine do filme Dumbo
*Em 1942(15º AcAw) A Disney concorreu pela terceira vez na categoria com a música Love is a Song do filme Bambi

1938 – 11th Academy Awards
Vencedor: Thanks for the Memory – The Big Broadcast of 1938
Música de Ralph Rainger e letra de Leo Robin

Indicados: Always and Always – Mannequin
Change Partners – Carefree
The Cowboy and the Lady - The Cowboy and the Lady
Dust - Under Western Stars
Jeepers Creepers - Going Places
Merrily We Live - Merrily We Live
A Mist over the Moon - The Lady Objects
My Own - That Certain Age
Now It Can Be Told - Alexander's Ragtime Band

1939 – 12nd Academy AwardsVencedor: Over the Rainbow – O Mágico de Oz
Música de Harold Arlen e letra de E. Y. Harburg

Indicados: Faithful Forever - Gulliver's Travels
I Poured My Heart into a Song - Second Fiddle
Wishing - Love Affair

1940 – 13rd Academy Awards
Vencedor: When You Wish upon a Star – Pinóquio
Música de Leigh Harline e letra de Ned Washington

 
Indicados: Down Argentine Way - Down Argentine Way
I'd Know You Anywhere - You'll Find Out
It's a Blue World - Music in My Heart
Love of My Life - Second Chorus
Only Forever - Rhythm on the River
Our Love Affair - Strike Up the Band
Waltzing in the Clouds - Spring Parade
Who Am I? - Hit Parade of 1941

1941 – 14th Academy AwardsVencedor: The Last Time I Saw Paris - Lady Be Good
Música de Jerome Kern e letra de Oscar Hammerstein II

Indicados: Baby Mine – Dumbo
Be Honest with Me - Ridin' on a Rainbow
Blues in the Night - Blues in the Night
Boogie Woogie Bugle Boy of Company B - Buck Privates
Chattanooga Choo Choo - Sun Valley Serenade
Dolores - Las Vegas Nights
Out of the Silence - All-American Co-Ed
Since I Kissed My Baby Goodbye – Ao Compasso do Amor

1942 – 15th Academy AwardsVencedor: White Christmas - Holiday Inn
Música e letra de Irving Berlin

Indicados: Always in My Heart - Always in My Heart
Dearly Beloved – Bonita como Nunca
How About You? - Babes on Broadway
It Seems I Heard That Song Before - Youth on Parade
I've Got a Gal in Kalamazoo - Orchestra Wives
Love Is a Song - Bambi
Pennies for Peppino - Flying with Music
Pig Foot Pete - Hellzapoppin'
There's a Breeze on Lake Louise - The Mayor of 44th Street
Curiosidades:*A partir de 1946 (19º AcAw) O prêmio só era disputado por cinco candidatos ou três, assim como é na cerimônias atuais
*Em 1948 (21º AcAw) A música The Woody Woodpecker Song faz parte do curta-metragem do Pica-Pau o Apólice Cobertor, antigamente, os desenhos eram lançados como curtas metragem e não em forma de episódios e temporadas como atualmente, por isso vários desenhos do Tom e Jerry, Pica-Pau, Pernalonga, Pato Donald e Mickey que assistimos atualmente, já ganharam o oscar de Melhor Animação em Curta-metragem.
*Em 1950 (23º AcAw) Mais uma vez, um longa animado da Disney concorre, dessa vez é Cinderella com a música Bibbidi-Bobbidi-Boo
Curiosidades:*Em 1943 (16º AcAw) Mais uma vez a Disney concorre, com a canção do filme Alô, Amigos, o primeiro com o Zé Carioca
*Em 1944 (17º AcAw) A música Rio de Janeiro de Ari Barroso concorreu, podemos considerar essa como a primeira indicação de um brasileiro ao prêmio. A música é do filme americano Brazil

1943 – 16th Academy Awards
Vencedor: You'll Never Know – Aquilo Sim Era Vida
Música de Harry Warren e letra de Mack Gordon

Indicados: A Change of Heart - Hit Parade of 1943
Happiness Is a Thing Called Joe - Cabin in the Sky
My Shining Hour - The Sky's the Limit
Saludos Amigos – Alô, Amigos
Say a Pray'r for the Boys Over There - Hers to Hold
That Old Black Magic - Star Spangled Rhythm
They're Either Too Young or Too Old – Graças a Minha Boa Estrela
We Mustn't Say Goodbye – Noivas do Tio Sam
You'd Be So Nice To Come Home To - Something to Shout About

1944 – 17th Academy Awards
Vencedor: Swinging on a Star – O Bom Pastor
Música de James Van Heusen e letra de Johnny Burke

Indicados: I Couldn't Sleep a Wink Last Night – A Lua ao seu Alcance
I'll Walk Alone – Sigam os Rapazes
I'm Making Believe - Sweet and Low-Down
Long Ago and Far Away – Modelos
Now I Know – Sonhando de Olhos Abertos
Remember Me to Carolina - Minstrel Man
Rio de Janeiro – Brazil
Silver Shadows and Golden Dreams - Lady, Let's Dance
Sweet Dreams Sweetheart – Um Sonho em Hollywood
Too Much in Love - Song of the Open Road
The Trolley Song – Agora Seremos Felizes

1945 – 18th Academy Awards
Vencedor: It Might As Well Be Spring – Feira de Amostras
 Música de Richard Rodgers e letra de Oscar Hammerstein II

Indicados: Accentuate the Positive - Here Come the Waves
Anywhere - Tonight and Every Night
Aren't You Glad You're You? – Os Sinos de Santa Maria
The Cat and the Canary - Why Girls Leave Home
Endlessly - Earl Carroll Vanities
I Fall in Love Too Easily – Marujos do Amor
I'll Buy That Dream - Sing Your Way Home
Linda – Story of G. I. Joe
Love Letters - Love Letters
More and More - Can't Help Singing
Sleighride in July – A Bela do Yukon
So in Love - Wonder Man
Some Sunday Morning – Cidade Sem Lei

1946 – 19th Academy Awards
Vencedor: On the Atchison, Topeka and the Santa Fe - The Harvey Girls
Música de Harry Warren e letra de Johnny Mercer

Indicados: All Through the Day – Noites de Verão
I Can't Begin to Tell You - The Dolly Sisters
Ole Buttermilk Sky - Canyon Passage
You Keep Coming Back Like a Song - Blue Skies

1947 – 20th Academy Awards
Vencedor: Zip-A-Dee-Doo-Dah – A Canção do Sul
Música de Allie Wrubel e letra de Ray Gilbert


Indicados: A Gal in Calico - The Time, the Place and the Girl
I Wish I Didn't Love You So - The Perils of Pauline
Pass That Peace Pipe - Good NewsYou Do - Mother Wore Tights

1948 – 21st Academy Awards
Vencedor: Buttons and Bows - O Valente Treme-Treme
Música e letras de Jay Livingston e Ray Evans


Indicados: For Every Man There's a Woman – Casbah
It's Magic – Romance em Alto Mar
This Is the Moment - That Lady in Ermine
The Woody Woodpecker Song – Apólice Cobertor

1949 – 22nd Academy Awards
Vencedor: Baby, It's Cold Outside - Neptune's Daughter
Música e letras de Frank Loesser


Indicados: It's a Great Feeling - Mademoiselle Fifi
Lavender Blue - Meu Querido Carneirinho
My Foolish Heart - My Foolish Heart
Through a Long and Sleepless Night - Come to the Stable

1950 – 23rd Academy Awards
Vencedor: Mona Lisa - Captain Carey, U.S.A.
Música e letras de Jay Livingston e Ray Evans



Indicados: Be My Love - Quando eu te amei
Bibbidi-Bobbidi-Boo – Cinderella
Mule Train - Audácia dos Fortes
Wilhelmina - Wabash Avenue

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Dica de cinema: C.R.A.Z.Y – loucos de amor


A dica de cinema de hoje é um filme canadenese que concorreu ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 2005: C.R.A.Z.Y – loucos de amor (Christian, Raymond, Antoine, Zachary e Yvan). O filme é baseado nas memórias da infância e juventude do co-roteirista, François Boulay. A história gira em torno do 4° filho (de cinco filhos), Zachary Beaulieu, que nasceu no dia 25 de dezembro de 1960, em uma família católica tradicional (a mãe é super protetora e seu pai, um homem nada liberal).  A infância de Zac é assinalada por seus aniversários sendo comemorados junto aos festejos de Natal. Já na adolescência, um novo mundo abre-se ao protagonista (o filme é embalado por músicas de Patsy Kline, Pink Floyd, Rolling Stones, David Bowie e Charles Azsnavour que são, também, personagens e quase que um estado de espírito quando tocam). Zac acaba, por inúmeras vezes, por lutar contra sua preferência sexual para não decepcionar a família. O amadurecimento chega com uma viagem emblemática até Israel, a cidade que sua mãe sempre sonhou visitar. O filme é bom pelo roteiro, pela trilha, pelas atuações e pelo "clichê bem contato". Mesmo sendo mais um filme sobre sexualidade, dogmas religiosos, drogas e valores familiares como vários já produzidos.


Ficha técnica:
Título original: C.R.A.Z.Y.
Duração: 127 minutos (2 horas e 7 minutos)
Gênero: Drama
Direção: Jean-Marc Vallée
Ano: 2005
Elenco:
Michel Côté (Gervais Beaulieu)
Émile Vallée (Zachary Beaulieu - 6 A 8 Anos)
Marc-André Grondin (Zachary Beaulieu - 15 Anos)
Danielle Proulx (Laurianne Beaulieu)
Emmanuel Raymond (Raymond Beaulieu - 7 Anos)
Antoine Côté-Potvin (Raymond Beaulieu - 13 A 15 Anos)
Pierre-Luc Brillant (Raymond Beaulieu - 22 A 28 Anos)
Charles-Édouard Tanguay (Christian Beaulieu - 9 Anos)
Jean-Alexandre Létourneau (Christian Beaulieu - 15 A 17 Anos)
Maxime Tremblay (Christian Beaulieu - 24 A 30 Anos)
Émile Gagnon-Girard (Antoine Beaulieu - 6 Anos)
Sébastien Blouin (Antoine Beaulieu - 12 A 14 Anos)
Alex Gravel (Antoine Beaulieu - 21 A 27 Anos)
Gabriel Lalancette (Yvan Beaulieu - 8 A 9 Anos)

domingo, 19 de agosto de 2012

Festival de Cinema de Gramado 2012: vencedores


Ontem ocorreu a premiação do que de melhor passou no 40° Festival de Cinema de Gramado. Após 4 décadas de vida, o Festival premiou a diversidade. Filmes com teor histórico, dramático, cômico e de suspense. Mesmo com uma seleção fraca, com alguns roteiros chatos e cansativos, notou-se que há muita gente boa fazendo cinema, uma geração que está despertando para a sétima arte de uma forma surpreendente. Belas fotografias, enredos e principalmente, boas atuações foram vistas durante os 9 dias de Festival. E quem no final ganhou, fomos nós com obras como: "O menino do cinco", "O som ao redor", "Calafate: zoológicos humanos" e "Tropicalismo now". Injustiça, claro que houve, mas nada tão decepcionante. 

A grande noite do cinema do sul do Brasil emocionou e divertiu o público, que lotava o Palácio dos Festivais, com os discursos do trio de "Colegas" e a dupla de diretores do curta "O menino do cinco", Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira.  Segue a lista do vencedores:

Longa-metragem Estrangeiro

Melhor Fotografia
Vencedor: Boris Peters e Larry Peters/ Leontina

Melhor Roteiro
Vencedor: Eduardo del Llano Rodríguez / Vinci

Melhor Ator
Vencedor: Jorge Esmoris / Artigas, la Redota


Menção Especial
Vencedor: Artigas, la Redota / Direção de Arte de Daniel Fernández e Mariana Pereira e Vinci / Trilha

Sonora de Ricardo Pérez
Vencedor: Artigas, la Redota / César Charlone

Melhor Diretor
Vencedor: César Charlone / Artigas, La Redota

Melhor Filme
Vencedor: Artigas, la Redota

Júri da Crítica

Melhor Curta-metragem
Vencedor: Menino do Cinco / Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira

Melhor Longa Estrangeiro
Vencedor: Artigas, la Redota / César Charlone

Melhor Longa Brasileiro
Vencedor: O som ao redor / Kleber Mendonça Filho

Longa-metragem Brasileiro

Melhor Desenho de Som
Vencedor: Kleber Mendonça Filho e Pablo Lamar / O Som ao Redor

Melhor Trilha Musical
Vencedor: André Abujamra / Futuro do Pretérito: Tropicalismo Now!

Melhor Direção de Arte
Vencedor: Zenor Ribas / Colegas

Melhor Montagem
Vencedor: Leyda Napoles / Jorge Mautner – O filho do holocausto

Melhor Fotografia
Vencedor: Gustavo Hadba / Jorge Mautner – O filho do holocausto

Melhor Roteiro
Vencedor: Pedro Bial / Jorge Mautner – O Filho do Holocausto

Melhor Atriz
Vencedor: Fernanda Vianna / O Que Se Move

Melhor Ator
Vencedor: Marat Descartes / Super Nada

Prêmio Especial do Júri
Vencedor: Breno Viola, Rita Pokk e Ariel Goldenberg / Colegas

Melhor Filme Júri Popular
Vencedor: O Som ao Redor


Melhor Diretor
Vencedor: Kleber Mendonça Filho / O Som ao Redor

Melhor Filme
Vencedor: Colegas / Marcelo Galvão


Curtas-metragens

Melhor desenho de som
Vencedor: Gabriela Bervian / Casa Afogada

Melhor Trilha Musical
Vencedor: Marcos Azambuja / Funeral à Cigana

Melhor Direção de Arte
Vencedor: Iara Noemi e Gilka Vargas / Casa Afogada

Melhor Montagem
Vencedor: Di Melo – O Imorrível / Gustavo Forte Leitão

Melhor Fotografia
Vencedor: Bruno Polidoro / Casa Afogada

Melhor Roteiro
Vencedor: Marcelo Matos de Oliveira / Menino do Cinco

Melhor Atriz
Vencedor: Sabrina Greve / O Duplo

Melhor Ator
Vencedor: Thomas Vinícius de Oliveira / Menino do Cinco

Prêmio Especial do Júri
Vencedor: A mão que Afaga / Gabriela Amaral Almeida


Melhor Filme Júri Popular
Vencedor: Menino do Cinco / Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira

Melhor Diretor
Vencedor: Gilson Vargas / Casa Afogada

Melhor Filme
Vencedor: Menino do Cinco / Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira

Prêmio Canal Brasil – Melhor Filme
Vencedor: Menino do Cinco / Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira


sexta-feira, 15 de junho de 2012

Japoneses podem prever sucesso de uma produção cinematográfica


É, geralmente, da Ásia que chegam as notícias mais improváveis e "estranhas" do mundo. Agora na mídia chega a notícia que físicos do Japão conseguem prever o sucesso de um filme no cinema. Candidatos improváveis ao estrelato nas telas de cinema. Eles, em breve, poderão se tornar os queridinhos de cineastas ao redor do mundo, após desenvolverem uma fórmula capaz de prever o sucesso de um filme antes de ser lançado.


Uma equipe de cientistas da Universidade Tottori desenvolveu um conjunto de modelos matemáticos que mede quanto foi gasto em publicidade antes da estreia do filme, ao longo de qual período e qual o impacto do filme nas mídias sociais.

Usando os modelos, eles previram a popularidade de vários sucessos de bilheteria, incluindo "O Código Da Vinci", "Homem Aranha 3" e "Avatar", que posteriormente compararam com os ganhos reais gerados pelas películas.


"Parecem combinar muito bem, o que significa que os cálculos podem fornecer uma previsão bastante razoável de quão bem sucedido um filme pode ser antes de ser lançado", destacou um comunicado do Instituto de Física, que publicou o artigo esta sexta-feira no periódico Journal of Physics.


Outros mercados

A equipe espera aplicar seu modelo em outros mercados comerciais, como música online, comida rápida, refrigerantes e organização de eventos.

O principal autor do estudo, Akira Ishii, disse que um importante benefício da fórmula foi capacitar uma companhia a determinar o melhor momento de se investir em publicidade.

"Eu penso que o nosso modelo é muito genérico. Funcionará em outros países também", explicou o físico, acrescentando que espera tornar a fórmula disponível comercialmente.

sábado, 19 de maio de 2012

O retorno de "Blade Runner"


Breve teremos nas telas de cinema a continuação do clássico de Ficção Científica, Blade Runner, o Caçador de Androides (1982)De acordo com a proprietária dos direitos da obra, a Alcon Entertainment ( A AE anunciou em março de 2011 que estava finalizando negociações para adquirir os direitos do filme com a intenção de filmar cenas contextualizadas com a obra original, mas, depois do fechamento do acordo, não foram veiculadas informações sobre o enredo) já iniciaram as negociações para a realização da obra. Os produtores confirmaram agora que a fita será uma continuação. A trama ocorrerá vários anos depois do momento em que transcorre Blade Runner.



 Blade Runner se passa em uma Los Angeles futurista, do ano 2019, numa época em que o homem criou clones usados para trabalhos perigosos, conhecidos como "replicantes". Mas esses clones se rebelam contra seus fabricantes em uma colônia espacial, o que provoca um confronto entre criador e criatura. O detetive Rick Deckard, vivido pelo ótimo Harrison Ford, é um dos encarregados de caçar na Terra os "replicantes" que escaparam da colônia e se escondem em Los Angeles.

Ridley Scott - diretor de Blade Runner, o Caçador de Andróides e Alien, o Oitavo Passageiro - será o responsável por realizar o novo longa e está negociando com o roteirista de Blade Runner, Hampton Fancher, para escrever o texto.



A Alcon Entertainment já avisou que a segunda parte de "Blade Runner" - história baseada no livro "Do Androids Dream of Electric Sheep?", de Philip K. Dick - não será focada no personagem de Harrison Ford, já queele completará 70 anos este ano.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Os vingadores: nunca foi tão bom comer pipoca no cinema

Desde de Batman - o cavaleiro das trevas que não saia de um Blockbuster tão feliz por ter gasto meu dinheiro num ingresso. Os Vingadores ( The Avengers) é, além de um filme para curtir, muito bem feito. Tudo no filme é bom: efeitos, história, piadas, lutas e, principalmente, o elenco. Colocar numa mesma película:  Robert Downey Jr., Samuel L. Jackson, Scarlett Johansson, Paul Bettany, Mark Ruffalo, Gwyneth Paltrow,  Jeremy Renner, entre outros, não é pra qualquer um. O diretor, Joss Whedon (roteirista Oscarizado de Toy Story e conhecido como diretor de séries como Buffy) nos mostra uma sintonia entre atuação e tecnologia com primazia. 


Para quem é fã de HQ's, após serem levados a grande tela por inúmeros diretores ( Homem de Ferro I e II, Thor, Hulk, Capitão América), temos em nossa frente depois de quase 50 anos de sua primeira publicação, criada por Stan Lee e Jack Kirby, um ótimo exemplo de adaptação Hollywoodiana que pode agradar todo mundo - ou quase todo mundo. Nos quadrinhos o elenco incluía o Homem de Ferro, Thor, Hulk, Homem-Formiga e Vespa (estes últimos não foram inclusos no filme por D.A. - Capitão América integra-se à equipe na edição nº 4 do HQ). No filme de Whedon estão: Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Capitão América (Chris Evans), Hulk (Mark Ruffalo), Thor (Chris Hemsworth), a Viúva Negra (Scarlett Johansson) , o Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) e o diretor da S.H.I.E.L.D., Nick Fury (Samuel L. Jackson).


Os Vingadores passa longe daqueles filmes norte-americanos com piadas clichês e sem graça. Nenhum personagem apanha - estilo Van Damme - renasce das cinzas após tanto apanhar e com apenas um soco mata seu adversário. Além disso, a fidelidade do roteiro do filme com o HQ, cuja a história girava em torno da vingança de Loki é o que mais agrada. O filme junta atores carismáticos que representam muito bem seus papéis - com destaque para Mark Ruffalo que vive Hulk - com a alta tecnologia utilizada hoje na produção cinematográfica. Um prato cheio para quem gosta!
Para quem não assistiu, Os Vingadores é uma ótima oportunidade de ver um ótimo filme, sair da sala de cinema enumerando suas cenas favoritas e torcer para que sequência possa ser pensada pela Marvel o mais breve. E não esqueça: Um belo combo com pipoca gigante!

 “Avante, Vingadores!”




Ficha: 
Elenco: Robert Downey Jr., Chris Evans, Scarlett Johansson, Chris Hemsworth, Samuel L. Jackson, Jeremy Renner, Mark Ruffalo, Tom Hiddleston, Paul Bettany, Stellan Skarsgård, Clark Gregg, Lou Ferrigno, Jenny Agutter e Gwyneth Paltrow.
Direção: Joss Whedon
Gênero: Aventura
Duração: 142 min.
Distribuidora: Paramount Pictures